Samba de Sampa
Com Quinteto em Branco e Preto
Publicado em 26/07/2011 - 15h16 • Atualizado em 02/08/2011 - 11h02
Vinícius de Moraes dizia que “São Paulo é o túmulo do samba”, mas o Quinteto em Branco e Preto mostra no Samba da Gamboa desta terça (02), que não é bem assim, e que essa impressão do eterno poeta ficou no passado. Diogo Nogueira recebe os músicos do Quinteto que contam a trajetória traçada pelo antigo samba paulista até a atualidade. Lembram que o samba de lá era muito racista e citam Vassourinha como único cantor negro. A
Quinteto em Branco e Preto
volta por cima veio com o Samba de Vela há 10 anos, todas as segundas-feiras, em São Mateus e Santo Amaro. O movimento era inspirador para compositores e importantíssimo para que o samba de São Paulo ressurgisse, pois todos prestavam atenção nas letras e apreciavam as músicas, concentrados.
Os rapazes do Quinteto se conheceram em 97, no Boca da Noite, no bairro do Bexiga, e ouviam Roberto Silva, Walter Alfaiate, entre outros. Ao se encontrarem, já começaram a tocar. Beth Carvalho e Ney Lopes são padrinhos da banda, e Beth foi quem os batizou. Na entrevista, o Quinteto em Branco e Preto fala sobre o carnaval de Sampa, sobre os 13 anos de estrada e o novo álbum Resistência.
texto original: TV Brasil

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