quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Um padrinho de primeira

Zéca Paulicéia

Quero dedicar esta coluna ao meu padrinho de samba, Arlindo Cruz.
Aos sete anos, o menino ganhou o primeiro cavaquinho. Empolgado com o instrumento, esperava ansioso o pai chegar do trabalho para aprender a tocar. Aos 12 já tirava muitas músicas de ouvido, e, como seu irmão, Acyr Marques, aprendia violão. Entrou para a escola Flor do Méier, onde estudou teoria, solfejo e violão clássico. E já nessa época, começou a trabalhar profissionalmente como músico, fazendo rodas de samba com vários artistas, inclusive Candeia, que ele considera seu padrinho musical. Com Candeia, gravou um compacto simples, pela gravadora Odeon, e um LP chamado Roda de Samba. Em ambos tocou cavaquinho.
Ao completar 15 anos foi estudar em Barbacena, na escola preparatória de Cadetes do Ar. Cantava no coral da escola. Começava, então, a nascer o compositor Arlindo Cruz, que ganhou festivais em Barbacena e Poços de Caldas. Quando deixou a Aeronáutica, passou a freqüentar a roda de samba do Cacique de Ramos, que já revelava novos talentos. Ia todas as quartas-feiras, curtir e aprender ao lado de Jorge Aragão, Beth Carvalho, Beto Sem Braço, Ubirani e Almir Guineto. Outros jovens seguiam o mesmo caminho, entre eles, Zeca Pagodinho e Sombrinha que viria ser seu parceiro.
Com a saída de Jorge Aragão do Fundo de Quintal, Arlindo Cruz foi convidado a participar do Grupo. Foram, então, 12 anos de dedicação e sucesso. Neste período, gravou com quase todos artistas do Pagode e deu as músicas mais lindas ao FDQ. Arlindo tem mais de 550 músicas gravadas por diversos artistas e é considerado o responsável pela proliferação do banjo no Samba. Arlindo Cruz saiu do Fundo de Quintal em 1993 e começou carreira solo. Depois, fez parceria com Sombrinha. Que Deus continue lhe dando muita saúde e sucesso. De seu afilhado Ricardo (Zéca Paulicéia).
Zéca Paulicéia
Compositor e assessor do Vereador Claudio Fonseca
zecapauliceiasp@ig.com.br

Samba: compromisso e luta – II


Zéca Paulicéia

Sou fã do grupo “Os Originais do Samba”, Bigode está no grupo desde a primeira formação.
Dois anos atrás o grupo recebe um integrante especial, o Kiko, uma pessoa trabalhadora, fiel aos seus  princípios, valores e origem. Sempre defendeu a bandeira do samba. Parabéns meu amigo.

Kiko: sambista nato e da melhor qualidade - foto: Waldir dos Santos
Kiko – que na foto à direita recebe homenagem na Casa de Cultura da Freguesia do Ó – se preocupa com a saúde, educação e o desemprego na Brasilândia.
Apresentei ao Kiko outro guerreiro, Silas, micro-empresário, Presidente da Zilcultural, Sportzil e vice-Presidente do PPS Brasilândia. Em sua fala, os números apontam 300.000 habitantes, sendo 205.613 eleitores no bairro.
Seu slogan é “Acorda Brasilândia”.
É preciso aplicar uma política de emprego para fortalecer a região, gerando mais trabalho, priorizando educação, saúde e a infra-estrutura. Vamos somar com a “Corrente de Compromisso e Luta”, contribuindo com Silas e
Kiko para lançar a campanha Acorda Brasilândia. Cantemos juntos a canção da Brasilândia.
“Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.
Quero convidar os leitores do Jornal Rapidix para participarem do “Sarau das Artes”, que acontecerá no dia 30/05, às 19h, na sede da Sociedade Amigos do Jd. Guarani, localizada na R. do Inverno, 749. O Sarau acontece em todos últimos sábados de cada mês, no mesmo espaço.
A gente se encontra por lá. Até mais!
Zéca Paulicéia
Compositor e Assessor do Vereador Cláudio Fonseca
zecapauliceiasp@ig.com.br

Claudio Fonseca


Zéca Paulicéia

Nascido no dia 10/05/56, na maternidade Leonor Mendes de Barros, no bairro do Belém (zona leste), Claudio Gomes Fonseca é o quarto de cinco filhos, de uma mãe doméstica e de um pai operário.
O Vereador estudou em escolas públicas e só ingressou no ensino privado na faculdade (Física). Porém, não havia distinção para ele quanto à militância social em nenhum dos locais, pois tanto nas escolas públicas quanto na faculdade particular, Claudio Fonseca sempre participou dos movimentos estudantis impulsionado, também, pela luta contra a Ditadura Militar.
“Chego aos 53 anos com uma atuação constante na política, exemplo de coerência na ação e nas atitudes. Tenho também, compromisso com a educação, pois ela é, com certeza, a base de tudo”, diz Claudio Fonseca.
A seguir, relacionamos quatro projetos de lei, dos 223 existentes do Vereador.
PL 656/09 – Dispõe sobre a prestação de serviços de psicologia e de assistência social nas escolas públicas municipais de São Paulo; PL 569/09 – Dispõe sobre a garantia dos direitos e benefícios dos profissionais de educação e demais quadros dos servidores públicos municipais; PL 318/09 – Determina a fixação, à entrada das salas de aula, do limite de alunos permitido por lei e dá outras providências;PL 18/09 – Dispõe sobre a instituição de Conselhos Regionais de Gestão Participativa.
E são muitosoutros projetos de qualidade, com os quais o Vereador Prof. Claudio Fonseca  está contribuindo para a construção de uma cidade de São Paulo mais justa, igualitária e humana.
Zéca Paulicéia
Compositor e assessor do Vereador Claudio Fonseca
zecapauliceiasp@ig.com.br

Vereador Claudio Fonseca Junto ao Samba

         Claudio Fonseca é Vereador e líder da bancada do PPS na Câmara Municipal de São Paulo.
                   Um parlamentar que se dedica em prol de uma sociedade mais justa e luta pelo igualitarismo, envolvendo saúde, educação, cultura, esporte, trabalho e lazer. Seus projetos são pertinentes e de qualidade, basta conferir seus projetos no http://www.vereadorclaudiofonseca.com.br  alem dos que se tornaram leis.
Gostaria de seguir o Vereador ? www.twitter.com/pclaudiofonseca


 O projeto 600/2009
 Dispõe sobre diretrizes para a política municipal de estímulo às artes carnavalescas. (Vereador Claudio Fonseca).
                                                                              

Zeca Paulicéia / Compositor
Assessor do Vereador Claudio Fonseca

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Eu sou "Zeca Pauliceia"

     
Zéca Paulicéia

José Ricardo de Oliveira, também conhecido como Zeca Paulicéia, nascido em São Paulo em 01/07/1962, é casado, pai de dois filhos e agora um lindo neto. Foi na década de 1980 que surgiu sua simpatia pelo samba, mais precisamente na Freguesia do Ó.
Admirador dos trabalhos de Benito de Paula, João Nogueira, Fundo de Quintal, Geraldo Filme, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Diogo Nogueira e tantos outros músicos que engrandecem ainda mais a cultura musical do nosso país.
Como humilde coadjuvante, Zéca cantava esses e outros repertórios e por lá ficava até altas horas da madrugada com um grande público.
Influenciado por amigos, começou a participar de festivais de pagode, sempre com papel de destaque, conquistando desde o 1º até o 8º lugar. Gostou tanto da experiência que resolveu encarar um novo desafio a partir de 1985.
Concorreu com outros compositores em competições que ocorriam dentro das quadras das agremiações de samba de São Paulo, que são elas: Unidos de Taipas, Prova de Fogo, Águia de Ouro, Rosas de Ouro e Unidos do Peruche.
Embora não tenha conquistado os primeiros lugares em nenhuma das competições, ganhou outras coisas também muito importantes como experiência, amizades, conhecimento e o respeito da comunidade. Esses foram os ingredientes para manter o coração de Zéca sempre vivo e pulsando ao ritmo dos batuques.
É apaixonado pelo samba e quer continuar cantando, compondo e defendendo essa bandeira, que emociona a todos, mesmo os “ruins da cabeça ou doentes do pé”.
Nesta trajetória conquistou amizades do meio artístico, entre elas a de seu padrinho de samba, Arlindo Cruz, que fazia parte do Grupo Fundo de Quintal. Arlindo conhece Zeca como Ricardo de São Paulo. E de artistas, como Netinho de Paula (ex-Negritude Jr. e atualmente vereador de São Paulo), Leandro Lehart (Art Popular), Ademir Fogaça (Gamação), Kiko (Os Originais do Samba), Pezinho (Diretor Produtor do  Exaltasamba), Barbara Gancia (Jornalista), Ricardinho (Refla) e outros que espera ter a oportunidade de mencionar.
Zéca ainda atua nas áreas Sociais , Esportivas e Culturais.

Zéca Paulicéia
Compositor e Assessor do Vereador Cláudio Fonseca
zecapauliceiasp@ig.com.br
                                                                                                         

Pezinho - Produtor, Arranjador, e Compositor


Zéca Paulicéia
Sinto-me honrado por ser amigo de Alex Theodoro Ferreira, conhecido como Pezinho. Uma das maiores revelações do Brasil, um jovem produtor musical, compositor de qualidade, violonista, instrumentista e arranjador, que tem uma família bonita.
Pezinho faz parte da minha história profissional e pessoal, um ser abençoado por Deus, que merece carinho e respeito de todos nos brasileiros.
É diretor musical do grupo Exalta Samba, que está em evidência e merecedor pelas conquistas. Lembro-me quando o grupo se apresentou no programa do Saverio na TV Record SP, junto com o Art Popular, início de carreira.
Pezinho tocou com grandes nomes do samba, como: Reinaldo, o Príncipe do Pagode; grupo Sensação, grupo Kiloucura, Arlindo Cruz e Sombrinha e muitos outros representantes dessa arte maravilhosa.
Suas músicas inéditas fizeram muitos brasileiros se emocionarem nas vozes de Arlindo Cruz (Além do Meu Querer) – Jeito Moleke (Pensa) – Pique Novo (Uma Estrela) – Pixote (Pira) – Sensação (Nono Capoeira e Nessa Manhã) – Exalta Samba (Abandonado) – Exalta Samba (40 Graus de Amor) – Exalta Samba (Nuvem de Algodão) – Exalta Samba (Eu Choro). Outras músicas emplacaram no dvd do Belo, Samprazer, Arlindo Cruz, Turma do Pagode (DVD novo), Leci Brandão, Delcio Luiz e outras que estão brilhando por aí.
Gostaria de ficar escrevendo mais sobre esse fantástico músico, mas dou uma dica aos meus leitores. Acompanhem ao vivo o trabalho dele, cliquem e sigam no www.twitter.com/produtorpezinho e aproveitem para visitar o site: www.pezinhocompositor.com.br
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Umm grande abraço!
Zéca Paulicéia
Compositor e Assessor do Vereador Cláudio Fonseca
zecapauliceiasp@ig.com.br

Arlindo Cruz – Cantor e compositor nota mil

Zéca Paulicéia
Aos sete anos, o menino ganhou o primeiro cavaquinho. Empolgado com o instrumento, esperava ansioso o pai chegar do trabalho para aprender a tocar. Aos 12, já tirava muitas músicas de ouvido, e, como seu irmão, Acyr Marques, aprendia violão. Entrou para a escola Flor do Méier, onde estudou teoria, solfejo e violão clássico por dois anos. E já nessa época começou a trabalhar profissionalmente como músico, fazendo rodas de samba com vários artistas, inclusive Candeia, que ele considera seu padrinho musical. Com Candeia, gravou seus primeiros discos, um compacto simples e um LP chamado Roda de Samba (hoje encontrado em CD). Em ambos tocou cavaquinho. Ao completar 15 anos foi estudar em Barbacena, na escola preparatória de Cadetes do Ar (onde conheceu o apresentador Marcelo Tas que estudava na mesma escola). Cantava no coral da escola. Começava, então, a nascer o compositor Arlindo Cruz, que ganhou festivais em Barbacena e Poços de Caldas.
Quando deixou a Aeronáutica, passou a freqüentar a roda de samba do Cacique de Ramos. Ia aprender ao lado de Jorge Aragão, Beth Carvalho, Beto Sem Braço, Ubirani e Almir Guineto. Outros jovens seguiam o mesmo caminho, entre eles, Zeca Pagodinho e Sombrinha, que viria ser seu parceiro.
Com a saída de Jorge Aragão do Fundo de Quintal, Arlindo Cruz foi convidado a participar do grupo. Foram, então, 12 anos de dedicação e sucesso. Neste período, gravou com quase todos artistas do Pagode e deu as músicas mais lindas ao FDQ. Arlindo Cruz tem mais de 550 músicas gravadas por diversos artistas e é considerado o responsável pela proliferação do banjo no Samba.
Arlindo Cruz saiu do Fundo de Quintal em 1993 e começou um carreira solo, logo depois fez parceria com Sombrinha. Anos depois se casou e teve um filho chamado Arlindo Neto. A partir de meados da década de 90, Arlindo passou a concorrer nas disputadas eliminatórias de samba enredo de sua escola de samba do coração: Império Serrano.
Sinto-me honrado por ser afilhado de samba deste grande compositor e interprete da nossa MPB.
Zéca Paulicéia
Compositor e Assessor do Vereador Cláudio Fonseca
zecapauliceiasp@ig.com.br

O samba


Zéca Paulicéia
O samba faz parte da vida da população brasileira, esquentando essa maravilhosa gente no inverno com muita dança, cantos e shows.
No verão, desde a água de coco até a cerveja mais gelada, tudo fica melhor ao redor de um bom samba, entre novos talentos e bambas.
Sua atuação é importante no cenário brasileiro, contribuindo na formação de novos talentos que hoje são consagrados e defensores dessa bandeira, de corpo e alma.
O samba remove a tristeza, melancolia, baixo astral, dor de amor e quando existe o choro é de boas lembranças e alegrias que afastam tudo que é ruim e faz a gente se sentir melhor.
O samba reconcilia no amor, transmite a paz, traz energia positiva, reúne milhares de pessoas que se deixam levar por essa magia limpa e cristalina. O samba reúne  músicos do anonimato aos consagrados. O samba é deslumbrante, acolhe todas as raças sem distinção de cor, credo, classe social e ideologias políticas, ente outros fatores de segmentação.

Moisés da Rocha
O samba é filho da pátria mãe gentil, democrático, popular, sem preconceitos, a ponto de permitir que imigrantes do mundo inteiro participem dessa arte tão importante e acolhedora.  O samba faz parte das maiores e importantes contribuições em nosso país que é a geração de renda e emprego, através de composições, shows, produções, vendagens, divulgações, educação musical e meios de comunicações escritas e televisivas, permitindo que empresários fonográficos invistam.
Salve, salve Moisés da Rocha, quando nos diz: “O Samba Pede Passagem”.
O samba sempre terá passagem.
Zéca Paulicéia
Compositor e Assessor do Vereador Cláudio Fonseca
zecapauliceiasp@ig.com.br

Rikardinho Refla em novo desafio

Zéca Paulicéia
Determinação. Essa palavra resume a biografia de Ricardo Cerqueira dos Santos, conhecido como Rikardinho do Refla. Nascido em Salvador, chegou a São Paulo no final da década de 1980 dispostos a lutar por uma vida melhor. Junto com dona Renilda, sua mãe, passou por muitas dificuldades, mas hoje entende que serviram para seu crescimento pessoal e profissional. Entre os momentos de desespero, jamais esquece que passou fome e teve que recolher lixo para sobreviver. Na maior cidade do país, foi sorveteiro, vendedor de fichas telefônicas e office-boy, sempre carregando o sonho de vencer na vida. Ajudando sua família da maneira que podia, com muita garra e sem perder a fé acreditou em sua vitória; e ela veio.
Sua vida de sucesso começou ainda na adolescência e sua paixão pelo samba é a verdadeira promissora para se destacar entre os principais artistas do país. Tudo começou pelo convite de um amigo para conhecer uma das mais conceituadas casas de shows de São Paulo, na época chamada Só pra Contrariar, onde passaram artistas como Art Popular, Relíquia, Swing de Família, Grupo Pérola, Sampagode, Grupo Sampa, Ponto de Encontro, Katinguele, Arte Final, Fundo de Quintal, Exaltasamba, Leci Brandão e outras atrações. Sua mãe sempre foi fã das cantoras Alcione e Clara Nunes e, com essa influência, era impossível não se apaixonar por esse ritmo. Percebendo sua veia artística, nascia o sonho de ser um novo artista do samba. Passou por outros grupos, mas foi acreditando no Grupo Refla que ficou conhecido.
Há  onze anos no grupo, Rikardinho, além de músico, cantor e compositor tem um papel essencial. Preocupado com o sucesso, sempre esteve à frente do grupo resolvendo questões burocráticas. Seu contato direto com as gravadoras, escritórios, empresários, rádios, TVs e jornais o ajudou ainda mais em sua formação como artista e mais tarde como empresário. Ricardo sempre foi a “voz” mais forte do Refla, que soma milhares de fãs por todo Brasil. O último trabalho intitulado ‘Agora é pra Valer – ao vivo-’ foi produzido por Rikardinho, que mesmo sabendo da dificuldade de produzir um CD independente não mediu esforços para concretizar este trabalho. Nele está a música É sempre assim (Para de bobeira), uma das mais tocadas nas rádios de todo país em 2007/08, tendo muita audiência no  Youtube.
Conhecido por seu profissionalismo, humildade, carisma e competência, Ricardo Cerqueira dos Santos lança no mercado sua nova empresa: Rilary Assessoria Artística Ltda. Essa nova marca chega para fortalecer o mercado musical trazendo oportunidades para quem vive do meio artístico. Com esse novo desafio e sem medo de enfrentá-lo, hoje a Rilary está com a divulgação nacional do Grupo Marka Registrada e em breve o Brasil conhecerá o trabalho e o talento desse belíssimo grupo. Rikardinho soma ainda mais experiência, sempre com o intuito de crescer profissionalmente e provando que com fé e humildade é possível vencer qualquer dificuldade da vida.
Zéca Paulicéia
Compositor e Assessor do Vereador Cláudio Fonseca
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Salgadinho – Carinho e Credibilidade

Zéca Paulicéia
O paulistano Paulo Alexandre Nogueira Salgado Martins (Salgadinho), nasceu na Zona Sul de São Paulo, onde aos 13 anos, começou a tocar seu instrumento favorito que é cavaquinho e iniciou a carreira cantando em bares e eventos promovidos por amigos e pessoas envolvidas com casas noturnas.
Profissionalismo, pontualidade, carisma e amor a profissão, fizeram com que esse profissional obtivesse o carinho e credibilidade em nível internacional.
Com mais de 60 canções gravadas e músico consagrado, Salgadinho lançou em 1995 o primeiro vídeo aula para cavaquinho no Brasil, revolucionando o movimento musical.
Foi líder do grupo Katinguelê desde 1992. Gravaram o primeiro disco intitulado “Bem No Íntimo” e venderam mais de 100 mil discos por uma gravadora independente. Em 1994, gravou seu álbum de maior sucesso com o grupo: “No Compasso do Criador”, já na gravadora Continental. Permaneceu no grupo até o ano 2000,  vendendo mais de 4 milhões de CD´s. Seu currículo de vendas com o grupo: 7 discos gravados, 7 discos de ouro, 6 de platina, 3 de platina duplo e 1 de diamante.
Artista consagrado por público e crítica, já participou dos principais programas no Brasil: Especial Roberto Carlos e Convidados,  Programa do Jô, Domingão do Faustão, Domingo Legal, Planeta Xuxa, Fantástico, Eliana, Caldeirão do Hulk, Hebe Camargo, Terceiro Tempo e muitos outros, além de ter protagonizado seu próprio programa de TV na Rede Globo, junto com seu companheiro Netinho e a amiga Kelly Key (na época iniciando carreira) O programa era o Samba, Pagode e Cia e ia ao ar todos o sábados a tarde com o melhor da música popular brasileira.
O primeiro CD solo, intitulado “Lua de Mel” foi lançado pela BMG Brasil, e agora divulga o seu segundo trabalho solo. Nesse CD Salgadinho assina cinco canções.
A carreira solo  alcançou com algumas canções,  altos índices de execuções, em especial com  a música “Numa Boa”, que intitula o CD lançado pela Sony Music.
São inúmeras as músicas de sucessos de Salgadinho. As mais conhecidas são: Recado a Minha Amada (Lua vai…), Inarai no, Compasso do Criador (Chuva caaai…), Mariana Parte Minha (Grupo Sem Compromisso), Capoeira (Grupo Sensação). Salgadinho também tem músicas gravadas com Os Travessos, Exaltasamba, Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Pixote, Os Morenos, e outros.
Salgadinho já levou o seu show para vários países: Estados Unidos, França, Itália, Suíça, Japão, Portugal e Espanha.
 Em 2008, gravou o CD e DVD, A Volta, com o grupo Katinguelê – sua banda de origem -, viajando por dois anos por todo o Brasil com a turnê de sucesso incontestável. Retornou em 2010 com sua carreira solo, com agenda contendo shows de norte a sul do país e no exterior. A nova música de trabalho intitulada “Leva um Tempo”, já alcança os primeiros lugares nas paradas de sucesso nas rádios.
O cantor Salgadinho faz parte do grupo Renascer Praise, o maior grupo de louvor da América latina.
Zéca Paulicéia
Compositor e Assessor do Vereador Cláudio Fonseca
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Samba e cultura: velhos parceiros

Zéca Paulicéia
Cultura Popular pode ser definida como qualquer manifestação cultural (dança, música, festas, literatura, folclore, arte, etc) em que o povo produz e participa de forma ativa. Ao contrário da cultura de elite, a cultura popular surge das tradições e costumes e é transmitida de geração para geração, principalmente, de forma oral.

Exemplos de manifestações da cultura popular: carnaval, danças e festas folclóricas, literatura de cordel, provérbios, samba, frevo, capoeira, artesanato, cantigas de roda, contos e fábulas, lendas urbanas, superstições, etc.
A cultura popular está constantemente mudando e é específica quanto ao local e ao tempo. Dentro da cultura popular, formam-se correntes, na medida em que um pequeno grupo de indivíduos terá maior interesse numa área da qual a cultura popular mais generalizada se percebe apenas parcialmente a existência.
Uma terceira teoria a cerca da cultura popular, influenciada pela ideologia liberal pluralista, é denominada frequentemente por evolucionismo progressivo e é mais otimista. Encara a economia capitalista como a criação de oportunidades para que qualquer indivíduo possa participar numa cultura completamente democratizada pela educação em massa, expansão do tempo de lazer e álbuns de música e livros baratos. Nesta visão, a cultura popular não ameaça a alta cultura, sendo uma expressão autêntica das necessidades do povo. Como escreve Swin-gewood (1977), neste caso não existe a questão da dominação da cultura.
Zéca Paulicéia
Compositor e Assessor do Vereador Claudio Fonseca
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Samba: parceiro do emprego e renda

Zéca Paulicéia
Mesmo sazonal, hoje o Carnaval tem oportunidades de trabalho todo o ano. Segundo o presidente da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, Paulo Sérgio Ferreira, as escolas empregam, direta e indiretamente, 300 pessoas cada uma. Entre estes há desde profissionais com ensino superior, como pesquisadores, decoradores, até ferreiros e marceneiros, parte dos artistas por trás do espetáculo.
 Alguns são registrados, contratados por CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), outros são por meio de empresa e emitem nota fiscal”, explica Paulo Sérgio. Independente da forma de contratação, o que não falta, segundo o presidente da entidade, é trabalho durante todo o ano. No início as escolas precisam mais de pessoas para trabalhar no apoio ao carnavalesco, na parte de desenvolvimento do enredo do próximo Carnaval, mas também há demanda por gente que faça os primeiros reparos nas alegorias que desfilaram este ano.
Paulo Sergio lembra também dos empregos indiretos que as escolas de samba geram com os ensaios e atividades culturais durante o ano. “As escolas precisam de gente para trabalhar na segurança, colaboradores de limpeza nos eventos e estruturas físicas e digitais. Apesar de ser, na maioria das vezes, terceirizados, pode-se incluir na geração de renda das agremiações”, afirma.
Para diminuir a dependência de mão de obra carioca, as escolas de samba de São Paulo ganharão este ano o reforço de um centro de cursos voltados para a formação de profissionais para trabalhar no Carnaval.
A gente acredita que a demanda em São Paulo é maior que isso. Então consideramos seriamente a possibilidade de crescer o número de vagas.
Comentários de Rômulo Tesi, Jornalista da Band.
O Vereador Prof. Cláudio Fonseca  criou um projeto de lei 600/2009 que, contribui na geração de emprego e renda. Confira na íntegra no site www.vereadorclaudiofonseca.com.br
Zeca Paulicéia / Compositor
Assessor do Ver. Cláudio Fonseca
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Samba também é saúde

Zéca Paulicéia
O Ministério da Saúde está sempre preocupado com o bem estar da mamãe e do bebê. Para isso, divulga campanhas informativas e outras ações de orientação e alerta. A manifestação do Ministério da Saúde tem o objetivo de promover uma ampliação na divulgação da importância do leite materno. Prevenir uma possível doença no início de vida dessas crianças, permitindo que as mães possam dar a seus filhos qualidade de vida e garantia de que elas cresçam e desenvolvam todo o seu potencial.

Precisamos reduzir o índice de mortalidade em nosso país.

A doença causada na infância compromete o crescimento e a saúde da criança. É preciso cuidar desses que serão o futuro do nosso país.
Amamentar bem significa um crescimento saudável, um fortalecimento mental, proporcionando sobre tudo, fortalecimento educacional, lazer e saúde.
Aumentar as informações significa a redução da mortalidade materna, como tem feito os programas Pacto pela Saúde, Neonatal e Programa Mais Saúde.
Até os seis meses, bebês não precisam de nenhum outro alimento.
Segundo o Ministério da Saúde depois dos seis meses a amamentação deve ser complementada com outros alimentos. É bom que o bebê continue sendo amamentado até dois anos ou mais.
Quanto mais tempo o bebê mamar no peito, melhor para ele e para a mãe.
Zéca Paulicéia
Compositor e Assessor do Vereador Claudio Fonseca
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